É um espaço - não oficial e não patrocinado - criado pelo artista Rubens Curi dentro de seu apartamento. Além de ser o estúdio do artista, possui um mini-teatro, à la cabaret, com capacidade para 30 pessoas. A idéia nasceu da necessidade de autonomia para o desenvolvimento de criações, apresentações e mostras experimentais.
COMUNICADO
As atividades do Espaço Nova Casa Do Rubens estão encerradas.
Entre 2010 e 2016, quantos artistas, amigos, parceiros e visitantes proporcionaram noites memoráveis! Grato à todos!
Este blog não será mais alimentado, mas continuará ativo, como registro de tudo o que passou pelo NCDR.
As coisas externas continuam lá, mas agora, vejo-as claramente!
NCDR - Largo do Paissandu, 51, ap 1602, Centro
17 julho - domingo - 18hs
18 julho - segunda - 20hs
R$ 30,00 - R$ 20,00 com confirmação de presença no evento do Facebook ou enviando nome(s) para o e-mail abaixo.
Funciona um pequeno boteco. NCDR aceita cartões de débito e crédito.
Informações e reservas - (11) 3284-9581 / 9.4213.2484 / novacasadorubens@gmail.com
Espetáculo cênico musical fundamentado na força da palavra e na
presença cênica como caminhos para propor reflexões sobre a condição humana. Inspirado
no mito grego, Pegaso, declina de encenar
a história do mito para “desvariar” sobre duas das simbologias nele presentes: inspiração
poética e liberdade espiritual.
É composto de oito textos de Rubens Curi e oito canções de vários
compositores, interpretadas à capela.
Algumas das cenas são escolhidas pelo público, a partir de um “cardápio” com
diversas opções (vide repertório abaixo), antes do início do espetáculo. Este
formato, além de incluir conexão afetiva com os presentes, gera uma dinâmica renovada
a cada apresentação.
Rubens Curi, com 39 anos de carreira (teatro, artes plásticas,
cinema, literatura e música), em Pegasus Desvario, lança provocações tais como:
Romper as comportas das velhas moralidades que oprimem a diversidade humana e
causam tanta dor e sofrimento pelo mundo. Buscar uma forma mais afetiva e
inclusiva nas relações pessoais, sociais e políticas, compreendendo que o ódio
para nada presta. Amar e se permitir ser amado, compreendendo que o amor é amor
e pronto, e basta. Desenvolver a atenção, com sensibilidade e percepção, como
caminho para calar a maldita ignorância e acender a luz da consciência. Enxergar
a beleza de viver que surge quando se afrouxa os freios comandados pelos fantasmas
do medo. Permitir que o espírito caminhe liberto, sem horizontes predefinidos,
aventurando-se e subindo aos céus, sem cordas para segurar. Estar sempre de
malas prontas para viajar acompanhado da poesia.
O espetáculo teve cinco temporadas no mini teatro/cabaré
localizado nas dependências do apartamento do artista, em São Paulo/SP. Também,
em julho de 2015, foi apresentando em Lisboa, Portugal, no Bus Paragem
Cultural, e em Madri, Espanha, nas casas Café Gadir e El Búho Real, com a
participação do músico Tiago Cardoso; e no Festival Contrapedal, Montevidéu,
Uruguai, com a participação do músico Adrian Soiza.
Nestas apresentações o espetáculo recebe o músico Marcio Guedes, violonista, que participa num momento especial.
Linda a apresentação do grupo Ab Imo Pectore, composto por Alexe Brugnot (voz/violão), Dario Vergara (baixo/voz), Lucas Moura (cajón/percussão).
Um grande prazer tê-los recebido aqui, no NCDR. As pessoas presentes vibraram o show inteiro e ficaram encantadas com a delicadeza, sensibilidade e diversidade cultural do repertório. Não se pode deixar de comentar sobre a bela voz e interpretação sensível de Alexe.
Lucas Moura, Alexe Brugnot e Dario Vergara
Imo Ab Pectore em ação
O talentoso trio e eu.
E aqui um trecho, onde tive a alegria de compartilhar o palco com Alexe!
O trio "IMO AB PECTORE" fará sua primeira apresentação na cidade de São Paulo.
Alexe Brugnot - voz / violão Dario Vergara - voz / contrabaixo Lucas Moura - cajón / percussão
Quando? - 18 de Junho de 2016 Onde? - Largo do Paissandu, Nº 51 - Ap1602 - Centro - São Paulo/SP - mapa Quanto? - R$ 30,00 - R$ 20,00 com ingresso antecipado Apenas 30 lugares!
Imo Ab Pectore surgiu como uma iniciativa de trazer “World Music” ao público. O projeto tem como base conhecer, aprender e executar músicas de diferentes nacionalidades e culturas. De forma óbvia, nossos primeiros “covers” e versões são de músicas em idiomas que fazem parte do cotidiano do grupo, como português, inglês, espanhol e francês.
Algumas músicas são conhecidas do grande público, outras nem tanto. Mas um fato que nos permeia é executar músicas que nos agradam ou façam parte da vida dos integrantes, posteriormente ao público.
Esta busca por material nos permite conhecer outras culturas, contextos, línguas e regionalismos. Mesmo sem percebermos, nos tornamos multiculturais. No mais amplo que o termo permite.
A ideia surgiu com Dario Vergara e Alexe Brugnot poucas semanas após se conhecerem e começarem a ensaiar algumas músicas, apenas por diversão.
Com a convivência percebeu-se como era interessante unir as diferenças culturais. E de forma natural o interesse de saber mais sobre seus respectivos países, experiências e ascendências. Assim modelando o projeto Imo Ab Pectore.
Durante uma apresentação informal em uma “jam session” na cidade de Curitiba/PR, a dupla conheceu Lucas Moura, que interessado, tornou-se mais um integrante. Agregando assim mais vertentes culturais.
O nome “Imo Ab Pectore”, expressão em latim, significa do fundo do coração. A expressão foi escolhida por nos lembrar de onde provém nossa paixão em comum, a música. Latim é a base em comum dos idiomas dos integrantes (francês, português e espanhol).
Com JEOVÁ SANTANA (Sergipe) e THIAGO
CORREIA (Alagoas) 26 de setembro de 2015 - 20:30
Participação dos artistas:
MARCELO E PEDRO DEL RIO - ANDREA CAVINATO
Trata-se de uma experiência idealizada por
Thiago e Jeová. O objetivo é levar para o palco a parceria entre o poema e o
canto, o verso e o dedilhado, a imagem e a percussão.
Em tempos em que a imagem torna-se um ícone
avassalador, de modo a alterar de forma profunda as relações humanas, faz-se necessário
colocar a palavra de novo no centro das atenções. Para isso, dois instrumentos de criação
tornam-se fundamentais: a música e a poesia. A primeira por sua capacidade de explorar
sentimentos submersos e abrir novos sentidos. A segunda, tida como a mais radical
das linguagens, por explorar, revelar, instigar o que há de mais (des)humano em
nós. Nessa perspectiva nasceu o projeto “QUILOMBOLA DE ZION & A POESIA É
NECESSÁRIA”.
A banda, formada por músicos da Comunidade
Quilombola de Sião, foi fundada em 6 de novembro de 1999. Tem o roots, o rock e o
reggae–raiz como matrizes, mas também flerta com os ritmos nordestinos, os das prateleiras
da MPB e os pan-africanos. Estes espalhados pelo mundo como resultantes da diáspora
negra.
As influências musicais do Quilombola de Zion
& A Poesia é Necessária, vai dos Wailers e Bob Marley ao reggae das bandas Kebra
Nagaste Cativeiro da Bahia, Ras Bernado, Gilberto Gil, Dionorina, Dada Yute (SP),
Reggae de Alagoas, Solano Jacob (SP), Raul Seixas, Djavan, Doces Bárbaros, Luiz
Gonzaga, Zé Ramalho, Carlinhos Brow, Chico Science e o Roots do Sepultura, Chico
Buarque, Ednardo, Lenine, Caetano Veloso, Bob Dylan, Jorge Mautner, Tatá Erê (SE),
Sergival, de Sergipe, Patrícia Polayne (SE)...
Outras Veredas - Oração dos Meninos do Brasil
A turnê 2015 vem de apresentações em Maceió
(AL) e Aracaju (SE). Após São Paulo, dia 25, no Instituto Brasileiro de
Formação e Capacitação, e, dia 26, no Espaço Nova Casa Do Rubens, seguem para
apresentações no Rio de Janeiro (RJ), em Maceió (AL) e União dos Palmares (AL).
É graduado em Letras pela Universidade
Federal de Sergipe. Mestre em Teoria Literária, pela Universidade Estadual de
Campinas. Doutor em Educação e Ciências Sociais, pela Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo. Publicou DENTRO DA CASCA (1993); A OSSATURA (2002);
Inventário de Ranhuras (2006); Poemas Passageiros (2011); A CRÍTICA CULTURAL NO
ENSAIO E NA CRÔNICA DE GENOLINO AMADO (2014). É professor adjunto do
Departamento de Letras da Universidade Estadual de Alagoas, na rede de ensino
de Aracaju, nas disciplinas Literatura Brasileira, Teoria Literária e
Fundamentos da Crítica Literária. Produz e apresenta o programa MESTRES E
MÚSICAS, na Rádio Aperipê FM, da Fundação Aperipê de Sergipe. Textos publicados
nos sites Balaio de Notícias(Aracaju) e Destaque notícias (Aracaju), Cronópios (SP),
Verdes Trigos (Presidente Prudente-SP); nas revistas Cult (SP), Língua Portuguesa
(SP), Poesia Sempre (RJ), e nos jornais Gazeta de Alagoas (AL) e Cinform (SE).
Quilombola de Zion(Thiago Correia)
THIAGO CORREIA, nativo da zona da mata do
Estado de Alagoas, cantos, compositor, interprete e produtor cultural, começou
na música oficialmente com carreira solo, em 1994, lançando seu primeiro CD, “FILHO
DO REI”, em 1996, com mistura musical de gospel, rock, reggae, MPB e Pop.
Depois, inspirado por Raul Seixas, Luiz Gonzaga, Bob Marley, Edson Gomes,
Carlinhos Brow, Chico Science, CD Roots, do Sepultura, fundou, em 1999, a banda
Comunidade Quilombolas, que, em 2006, depois do seu batismo em Cristo Jesus
numa igreja apostólica (São Paulo) o que era banda passou a ser a empresa
denominada “COMUNIDADE QUILOMBOLA DE SIÃO”, passando a desenvolver atividades e
ações socioculturais, visando a manifestação e autoestima da cultura cristã
ancestral africana, a partir de reuniões e agitações hábeis, delineando os
trabalhos através da cooperatividade e unidade de causa.
O QUILOMBOLA DE ZIONé considerada uma referência cultural da
terra de Zumbi dos Palmares no Quilombo do Estado de Alagoas. Nele, o “Acervo do
Quilombola”, que dá gosto a qualquer colecionador de arte e world music, o
Quilombola de Zion (Thiago Correia) nos palcos, além de participar de vários
projetos culturais em União dos Palmares(AL), como “Canto Livre”, “Viola
Enluarada”, “Libertando a Consciência”, “Noite do Malassombro”, do Alternativo
S.A., “União Rock Fest”, “Sexta Reggae”, “Garagem dos Rock”, “Projeto 7 Notas”,
“Festa da Padroeira”, “Consciência Negra na Serra da Barriga”, “Mês do Poeta
Jorge de Lima”, “Palco Alternativo”, entre outros. Thiago Correia chegou fazer
vários shows no SESC Poço, em Maceió. Dentre eles, o do pernambucano Silvério
Pessoa. Dividiu palco com o baiano Edson Gomes e a banda Cão de Raça nas
comemorações da Consciência Negra/2007 em União dos Palmares. Também fez show
no SESC GUAXUMA–Maceió; foi convidado pela produção Sue Chamusca Arte e
Assessoria para tocar no show do CD “Falange Canibal” do Pernambucano Lenine;
no lançamento do primeiro CD da banda Vibrações de Maceió; sítio do reggae em
Jacarecica (Maceió); abriu o show de lançamento do CD da banda de Pífano
Esquenta Muié de Marechal Deodoro; show na Universidade Federal de Alagoas
(UFAL) ao lado
Da banda Santadica de Pauline Alencar; “Projeto
Teatro é o Maior Barato/2005”, no Teatro Deodoro em Maceió (Com intenção de levar
União dos Palmares junto, o Quilombola convida uma banda de sua terra para abrir
o show); V Parada do Orgulho GLSBT em Maceió/2005);Projeto Jaraguá Cultura de Maceió
1, 2 e 3); “Circo Místico do Mopho”(Ao lado de João do Pife de Arapiraca); Auditório
da Prefeitura de União dos Palmares, dentre outras apresentações.
Para este novo formato convidei o músico
curitibano, Tiago Cardoso, que me acompanha nas canções e criou paisagens
sonoras para os textos. Estrearemos aqui, no Nova Casa Do Rubens, com duas
apresentações. Quem vier saberá o que Tiago e Rubens irão aprontar em Julho!
NOVIDADE: Teremos dois formatos: dia 15 -
Pegasus no teatro / dia 16 - Pegasus no barzinho. Escolham e venham, em um
deles ou nos dois!!! Para os dois dias, desconto de 25%!!!
15 e 16 de maio de 2015 - 20:30
NCDR – Largo do Paissandu, 51, ap 1602A,
Centro – São Paulo/SP
R$ 30,00 – Lista amiga: R$ 20,00 > pelo
e-mail novacasadorubens@gmail.com, tels abaixo ou postagem na página do
evento.
Aceita cartões débito/crédito
Lotação 30 pessoas.
EM NOVA VERSÃO:Originalmente Rubens interpretava as
canções “à capela”. Agora, com a participção do músico Tiago Cardoso, violão e
guitarra se fazem presentes no repertório que passeia pelos temas: liberdade,
autoridade, consciência, medo, amor, ódio, pertencimento, solidão, etc. Através
de um olhar humanista, e por viés instigante e questionador, a ideia é provocar
reflexão.
PEGASUS DESVARIO
fala do reencontrar-se. Inicia pela busca, segue por conflitos universais e, ao
fim, toca no território da consciência de ser.
Como proposta,
Rubens pede ao público que não o veja como personagem, ator ou, mesmo, o
Rubens. Que o
espetáculo não seja visto como peça teatral, show ou performance, mas sim, que
interpretes, cena e público se percebam como confluência de forças, encontro de
vetores, que atuam no exato momento em que a cena/ato/fato acontece.
Inspirado no
mito grego Pegasus, o espetáculo
declina de encenar a história do mito, e busca refletir poeticamente
sobre a libertação e renovação espiritual e criativa que ele representa. Para
tanto, criou-se uma estrutura cênico musical em formato de “colcha de
retalhos”, onde se alternam textos de Rubens Curi e canções de diversos
compositores. São quinze cenas, oito
delas escolhidas pelo público, antes do início do espetáculo, a partir de um “cardápio”
com oito textos e oito canções. Esta proposta, além de incluir efetiva conexão
entre os presentes, gera uma dinâmica renovada a cada apresentação e inclui a
ação do desvario possível, vindo do “inconsciente coletivo”.
Rubens Curi, em
seus 35 anos de carreira, tem atuado como diretor de espetáculos, ator,
interprete musical, artista plástico e escritor, além de ter atuado como
bailarino moderno e coreógrafo.
Tiago Cardoso,
em seus 16 anos de carreira, tem atuado como guitarrista, violonista e
vocalista, nas bandas Lord Zaba e Alive90, na cidade de Curitiba/Paraná/Brasil,
e também em outros locais, em apresentações solo.
FICHA
TÉCNICA
Criação e Interpretação: RUBENS CURI
Músico convidado (violão, guitarra e voz) e
Arranjos: TIAGO CARDOSO
Voltada para artistas e interessados, esta oficina-vivência abordará
elementos objetivos (exercícios) e subjetivos (percepções) visando ativar a consciência
no momento presente, onde tudo acontece.
A proposta é proporcionar ferramentas e desenvolver procedimentos
pessoais e de fácil acesso, através dos quais o participante possa se resgatar
para o aqui e agora criativo e potente, provocando uma revolução libertadora em
suas ações, atuações, relações e processos criativos.
Estar pronto agora, para o que der e vier, sem a necessidade de longos
preparos e desgastantes processos mentais e corporais, ou dramas e conflitos
ladrões de energia – esta é a ideia fundamental !
Ferramentas: O Corpo Presente - O Silêncio – A Atenção Consciente – Aquecimento
e Relaxamento (universais) – O Agora – A Presença.
Ministrada por Rubens Curi, que, em seus 35 anos de carreira, tem atuado
como diretor de espetáculos, ator, interprete musical, artista plástico e
escritor, além de ter atuado como bailarino moderno e coreógrafo.
Local:
Espaço
Nova Casa Do Rubens – Largo do Paissandu, 51, ap. 1602 – Centro, São Paulo/SP
Aí, moçada! O espetáculo PEGASUS DESVARIO, realizado no Espaço Nova Casa Do Rubens, em 26/09/2014. Na íntegra, para quem desejar curtir. Criação e interpretação: Rubens Curi Desenho e operação de luz: Maurilio Domiciano Filmagem e edição: Bruno Sangregorio - Realização: Intra7 Filmes e Filmik Produções
Em 2013 o músico (Voz/Violão) e compositor Lutz Gallmeister procurou ampliar a expressividade da sua música e assim fundou o Stille-Projekt, para o qual convidou outros músicos e artistas (das artes visuais e cênicas) a experimentarem junto com ele novas formas de silêncio – que é a base de qualquer som.
Com André Teles (baixo, viola caipira, voz e sonoplastia), Viviane Barbosa (baixo, voz e sonoplastia) e Gabriel Augusto (sanfona, escaleta e voz) o Stille-Projekt está criando imagens sonoras que transitam pela Poesia alemã e Ritmos Brasileiros, Blues, Folk e Jazz.
DATA – 07 de março de 2015
HORÁRIO - 20h30 - aberto a partir das 20h00, com bar
BACH - TORROBA - VILLA-LOBOS - GAROTO - DILERMANDO REIS - LEO BROWER
Mestre
em música – teoria, composição e análise, Marcio Guedes atua como violonista
clássico. Além do seu trabalho solo, integra o Duo Güedalma, ao lado do
violonista Renato Almeida, e o Grupo Les Folie, música da idade média e
renascença.
É
criador e sócio/diretor da Equilibrium Escola de Música, além de professor na
FMU e UNISANTANA.
Em
seus trabalhos de compositor e arranjador, escreve para corais, quartetos de
cordas e outros grupos de câmara, incluindo algumas peças orquestrais.
Como,
também, guitarrista, já tocou com Marcelo Nova, Nasi (Ira!), Jards Macalé,
Walter Franco, Capital Inicial, Silvinha e Eduardo Araújo, Tony Campelo. Ao
violão, com Carmen Monarcha e Fabiana Bach.
Tem em
sua história, também, publicações de materiais didáticos (revistas, livros e
vídeo aulas) publicados pelas editoras Criativo, Nova Sampa, Geek e Hélio
Cortez.
Atualmente
tem realizado composições para cinema e direção musical de espetáculos.
Esta será a primeira oficina. Nela desejo
experimentar procedimentos que tenho descoberto e dos quais venho me utilizando
naturalmente em meu cotidiano, com consequências muito positivas em minhas
atuações, processo criativo e estados de vida. Acredito que possam trazer
benefícios e descobertas muito potentes para atores e artistas em geral. Vamos
lá ver!
Nesta oficina-vivência serão abordados elementos
objetivos (exercícios) e subjetivos (percepções) visando ativar a consciência do corpo e mente no momento presente, onde tudo acontece. A proposta é desenvolver procedimentos
pessoais e de fácil acesso com os quais o participante possa se resgatar para o
aqui e agora criativo e potente, provocando uma revolução libertadora em suas
atuações. Serão ferramentas individuais que poderão ser utilizadas quando e
como o participante deseja.
Estar pronto agora para o que der e vier, sem a
necessidade de longos preparos e desgastantes processos mentais e corporais ou
dramas e conflitos – esta é a ideia fundamental!
Serão 05 dias de atividades. Para que os resultados
se evidenciem são necessários 04 dias seguidos, com três horas e meia de
duração, cada dia. No 5º dia a atividade consistirá numa apresentação para
pequeno público, onde experienciaremos os resultados da oficina. Nas vivências experimentaremos:
·A percepção e o efeito da
presença
·O silêncio e o espaço
·A transferência da atenção
consciente - tanto pelo corpo quando para fora dele.
·Imaginação ativa (IA) - em
texto, fala/canto e movimento.
·Aquecimento e relaxamento – básicos
e universais
·Criação individual de uma
vivência cênica, baseada em IA, com duração máxima de 05 minutos.
·Criação coletiva de uma
vivência cênica, baseada em IA, com duração entre 15 e 20 minutos.
·Apresentação do resultado das
Imaginações Ativas no mini teatro/cabaré Nova Casa Do Rubens
Esta oficina-vivência é um ponto de partida e
caberá a cada participante a decisão sobre dar continuidade aos procedimentos
vivenciados.
Público – atores e artistas em geral – limitada a
06 participantes.
As vagas serão preenchidas por ordem de confirmação
de presença.
Esta primeira oficina será apenas para
convidados.
Datas:
19, 20, 21 e 22 de janeiro de 2015 (2ª, 3ª, 4ª e
5ª) – Oficina-Vivência – das 19:00 às 22:30
24 de janeiro de 2015 (sábado) – das 15:00 às 19:00
– ensaios e montagem / 20h30 – apresentação
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Vivas! Estou feliz, pois lancei meu primeiro livro, “Destinia – Poetrilhas”. Ele está à venda no site da Amazon (www.amazon.com.br).
Após organizar meus textos escritos a partir de 1992, decidi publicá-los no formato digital (e-book). DESTINIA é o primeiro livro e contém as “poesias” (que prefiro chamar de poetrilhas) acompanhadas de imagens digitais que, em sua maioria, foram produzidas por mim, texto a texto, durante a montagem do livro. Nelas, busquei encontrar a forma mais imediata e simples possível em mim.
Na sequência publicarei outros livros com os outros escritos: histórias, pequenos textos, contos, roteiros e peças teatrais.
Para quem não tem o leitor de livros Kindle, basta seguir o link seguinte e baixar o aplicativo gratuitamente, escolhendo as opções para PC, smartphone ou tablet (é necessário se inscrever no site da Amazon.com.br):